Museu do Café
O Museu do Café, que foi criado em 1998, é um dos pontos turisticos mais visitados na cidade de Santos. Com a visita técnica dos alunos da Fatec Barueri realizada no dia 25 de maio deste ano, podemos descobrir e constar algumas informações singulares sobre a história da exportação e importação da época áurea do café na região sudeste, principalmente Minas Gerais e São Paulo.
Grande parte da mão de obras das lavouras de café eram imigrantes (na maioria japoneses).
Em 15 de novembro de 1920, teve inicio a construção da Bolsa Oficial do Café, que após 2 anos foi inaugurada, no dia 7 de setembro de 1922. Neste lugar eram realizados os pregões onde ficava os corretores que negociavam as cotações diárias das sacas de café. No centro do recinto havia uma mesa principal e 70 cadeiras onde esses corretores sentavam, desgustavam amostras do café de cada fazenda, onde eram comercializados os lotes.
No salão do pregão o teto é chamado de vitral de Benedicto Calixto. Esse teto focaliza as riquezas de três períodos da história do Brasil: período colonial ( 1560- 1721) , o Império (avicultura 1822-1889) e a República (indústria e comércio- 1889-1922).

O desenvolvimento da cidade de Santos teve como "ponta-pé" incial a exportação do café brasileiro para inúmeros países de vários continentes. Na época as relações de trabalho eram extremamente precárias e os trabalhadores carregavam nas costas em média cada trabalhador, 05 sacas de café por vez, que pesavam aproximadamente 60 quilos cada, que dá um total de 300 quilos. Esses trabalhadores morriam e ninguém fazia nada, com isso o local ficou conhecido como: porto da morte, os homens morriam por excesso de trabalho. O museu também nos mostra uma ilustração de um organizado armazém de café (esses armazéns foram construídos em 1910), com sacas atenciosamente arrumadas lado a lado, um sinal de avanço é comprovado pela máquina de costura, que livrou o trabalhador de furos e calos nos dedos.
A grande balança romana continua a mesma.
Webfólio realizado por:
Alex Alves
Jorge Marinho
Matheus Lima